quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Turbulências e metamorfoses

Portanto, ocorreu uma mudança durante essas últimas semanas. Mas onde? Uma mudança abstrata que não se fixa em nada. Fui eu que mudei?
Se não fui eu, então foi esse quarto, essa cidade, essa natureza, é preciso decidir.
Acho que fui eu que mudei: é a solução mais simples. A mais desagradável também.
Mas, enfim, tenho que reconhecer que sou sujeito a essas transformações súbitas. O que acontece é que penso muito raramente. Então, uma infinidade de pequenas metamorfoses se acumulam em mim sem que eu me dê conta. E aí, um belo dia, ocorre uma verdadeira revolução. Foi isso que deu à minha vida esse aspecto vacilante, incoerente...



Sarte

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