domingo, 5 de fevereiro de 2012



Sempre acontece sempre em repetição nada serena
faço e desfaço um pouco em lixo e rasteiro o poema que te envio.
A ti primeiro.

Depois aquela parte
que não digo por pudor.
Isto é arte, apenas arte

apenas ódio, ou amor?Já não distingo - ao que se chega!
um verso maior de um menor

alguns perfeitos. Que pena!diz-me a voz interior
rasgo-os, levo-os à cena?

[Helga Moreira]

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