E ela caminha por aí a passos curtos, sem um mapa do tesouro, sem a planta do labirinto, sem protetor solar nem lanterna. Segue exausta, com sede de carinho e com fome de amor, mas vai em frente "caminhando e cantando", pois sabe que em algum lugar ele estará sentado e sorrindo, guardando seu descanço num abraço bom. Então sua morada será ali no "para sempre", sentada no banquinho de madeira ao lado daquele moço.
Karla Thayse Mendes

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