What if I tell you that I saw a bird
Upon your sex...
should you believe it?
And if it isn’t true, the Universe will not change at all.
If I say that desire is Eternity
Because the moment burns without end
Should you believe it?
And if it’s not true...
So many have said it that it could be.
In desire we are touched by sophomania, ornaments
Immodesty, shame.
Why can’t I dot with innocence and poetry
Bones, blood, flesh, the now
And everything in us that will become misshapen?
Não me preocupo em entender,vivo e ultrapasso qualquer entendimento.Sou simplismente eu msm,complicada e infinitamente cheia de defeitos...Msm assim não posso deixar de acreditar em mim!!!
sexta-feira, 2 de julho de 2010
Psiu...shhhh
Não fale nada. Não diga nada.
Deixe que eu conte meus casos, fale mal do tempo ruim, reclame da chuva
e do trânsito.
Que eu gaste uma hora inteira reclamando da minha vida chata e monótona antes de perguntar o que você tem feito, por onde anda, como vai a vida .
Deixe que eu me acostume com a luz que invade a sala e por um momento quase me cega, e que eu sei, é o seu sorriso.
Acredite quando eu digo que senti sim, a sua falta.
Que desejei não uma dezena, mas algumas centenas de vezes o abraço incondicional, a aceitação.
Não pense que me esqueci, não.
Não me queira mal por ser assim tão perdida.
Se existem caminhos nesta vida, então sempre há a possibilidade da volta.
Escute aqui, ninguém é perfeito.
E eu, bem... eu sou este poço sem fundo de imperfeições.
Mas nunca, nunca esqueci você!
Deixe que eu conte meus casos, fale mal do tempo ruim, reclame da chuva
e do trânsito.
Que eu gaste uma hora inteira reclamando da minha vida chata e monótona antes de perguntar o que você tem feito, por onde anda, como vai a vida .
Deixe que eu me acostume com a luz que invade a sala e por um momento quase me cega, e que eu sei, é o seu sorriso.
Acredite quando eu digo que senti sim, a sua falta.
Que desejei não uma dezena, mas algumas centenas de vezes o abraço incondicional, a aceitação.
Não pense que me esqueci, não.
Não me queira mal por ser assim tão perdida.
Se existem caminhos nesta vida, então sempre há a possibilidade da volta.
Escute aqui, ninguém é perfeito.
E eu, bem... eu sou este poço sem fundo de imperfeições.
Mas nunca, nunca esqueci você!
Florescendo...
A vida não passa, ela corre, acelera, pisa fundo.
Ao longo dos meses, dos anos, pessoas vêm e vão.
Tornam-se próximas e deixam suas marcas e depois se afastam.
Passam apenas, muitas vezes. Mas ainda assim deixam saudade.
Sem motivo concreto, sem razão aparente. Assim vieram, assim se vão.
Um sorriso bobo, um olhar contente, uma idéia compartilhada, palavras escolhidas a dedo,
para contar a história do que fora feito de toda esta gente.
Transformam-se em estatísticas nas páginas de nossas vidas.
Também eu tenho passado. Passado pelas vidas, pelos lugares.
Tenho ido, tenho ficado.
Passado.
Ao longo dos meses, dos anos, pessoas vêm e vão.
Tornam-se próximas e deixam suas marcas e depois se afastam.
Passam apenas, muitas vezes. Mas ainda assim deixam saudade.
Sem motivo concreto, sem razão aparente. Assim vieram, assim se vão.
Um sorriso bobo, um olhar contente, uma idéia compartilhada, palavras escolhidas a dedo,
para contar a história do que fora feito de toda esta gente.
Transformam-se em estatísticas nas páginas de nossas vidas.
Também eu tenho passado. Passado pelas vidas, pelos lugares.
Tenho ido, tenho ficado.
Passado.
Ouvi de alguém, hoje pela manhã:Talvez eu não tenha apenas passado!
"You bloom wherever you're planted".
quinta-feira, 1 de julho de 2010
Pq o doce as vezes vira salgado ou vice e versa?? Queria q as vezes naum tivese-mos as respostas....Mais estou tentando freiar...estacionar...pensar q a vida é um conjunto de coisas q sei la é inexplicável...Hj estou zen do tipo tentando naum acelerar as coisas....faço careta para o choro naum sair...prendo ele em mim só por hj naum vou sentir o q é água salgada....meu coração acelera como se fosse um carro de corrida de pista de formula 1...alguma coisa ele esta querendo me dizer só naum sei o q.....mais é uma mistura de querer a felicidade e a infelicidade ao mesmo tempo....doce euforia ou salgada euforia?? Só sei q hj ao escrever, só por hj, vou me permitir ficar assim....Amanhã sérá um novo dia, uma nova obra, um novo pareçer e um novo Viver!!!
Naum saum as perguntas q nos move e sim as respostas q as vezes naum queremos aceitar ou enxergar....ou pode-se dizer q seria oculta???
Lumiar Zuzzi
Da série: "Cartas que nunca foram".
Livre, livre, livre!
Sim, livrei-me do inferno, do suplício.
A sensação momentânea de medo e insegurança logo deu lugar a uma doce euforia.
Detalhes como o que será feito desta liberdade, são apenas e tão somente isso: detalhes.
Escrevo, escrevo, escrevo e quase não posso sentir as pontas dos dedos já amortecidos, que se colaram à caneta de tinta negra como o breu, no desespero de contar e escrever uma só história: a minha.
Escrevi para um bocado de gente.
Pessoas que não vejo há anos, para as quais nunca escrevi.
Pessoas que vejo sempre, pessoas que conheço, pessoas que nunca vi.
Escrevo também para você e me pergunto se será esta mais uma dentre as inúmeras cartas que nunca enviei, juntando-se às outras no fundo da gaveta.
Será?
O desuso da escrita de próprio punho e o hábito de digitar transformaram-me em escrava do teclado, uma mera extensão do lindinho, e ele minha.
Tenho vivido e morrido através dele, é fato.
Procuro resignar-me e não ser tão crítica.
Por outro lado, preciso não ser tão utopista e sonhar com coisas palpáveis, que eu possa estender os braços um dia, e alcançar.
Preciso aprender a ser feliz com as riquezas que possuo.
Não deixar que as amarguras e decepções me roubem o doce, como formigas sorrateiras.
Resisto, persisto, não desisto.
Vou lutar.
E escrever também, é claro!
Beijos doces,
...
Sim, livrei-me do inferno, do suplício.
A sensação momentânea de medo e insegurança logo deu lugar a uma doce euforia.
Detalhes como o que será feito desta liberdade, são apenas e tão somente isso: detalhes.
Escrevo, escrevo, escrevo e quase não posso sentir as pontas dos dedos já amortecidos, que se colaram à caneta de tinta negra como o breu, no desespero de contar e escrever uma só história: a minha.
Escrevi para um bocado de gente.
Pessoas que não vejo há anos, para as quais nunca escrevi.
Pessoas que vejo sempre, pessoas que conheço, pessoas que nunca vi.
Escrevo também para você e me pergunto se será esta mais uma dentre as inúmeras cartas que nunca enviei, juntando-se às outras no fundo da gaveta.
Será?
O desuso da escrita de próprio punho e o hábito de digitar transformaram-me em escrava do teclado, uma mera extensão do lindinho, e ele minha.
Tenho vivido e morrido através dele, é fato.
Procuro resignar-me e não ser tão crítica.
Por outro lado, preciso não ser tão utopista e sonhar com coisas palpáveis, que eu possa estender os braços um dia, e alcançar.
Preciso aprender a ser feliz com as riquezas que possuo.
Não deixar que as amarguras e decepções me roubem o doce, como formigas sorrateiras.
Resisto, persisto, não desisto.
Vou lutar.
E escrever também, é claro!
Beijos doces,
...
Parece-me inevitável que morra um pouco de mim a cada ente amado e perdido.
A cada plano abandonado.
A cada sonho sacrificado.
A cada grito ecoado sem que alguém o tenha ouvido.
Numa necrose de sentidos, evolutiva e paulatina.
Porém o que resta de mim - confusão e fragmentos -
Comemora com júbilo a reincidência da vida.
A ressurreição dos dias.
A regeneração da fé!
A cada plano abandonado.
A cada sonho sacrificado.
A cada grito ecoado sem que alguém o tenha ouvido.
Numa necrose de sentidos, evolutiva e paulatina.
Porém o que resta de mim - confusão e fragmentos -
Comemora com júbilo a reincidência da vida.
A ressurreição dos dias.
A regeneração da fé!
Parecência.
Não fôssemos nós partículas do mesmo pó,
Cupins da mesma madeira podre;
Talvez não soássemos tão idênticos, tão falidos.
No entanto somos este mesmo sopro, do mesmo bafo quente;
O mesmo soluço entrecortado, o mesmo gemido disfarçado de risada.
Caminhas sobre a corda que tu mesmo tensionastes , antecipando tua queda.
Sabes que somos gêmeos quando ao te debateres em desespero em busca do ar que te falta teus braços encontram meus braços e teus pés tropeçam nos meus.
Nossas almas áridas e erudidas acabam-se então no mesmo buraco profundo.
Porque vivemos, mas nos sabemos mortos.
Cupins da mesma madeira podre;
Talvez não soássemos tão idênticos, tão falidos.
No entanto somos este mesmo sopro, do mesmo bafo quente;
O mesmo soluço entrecortado, o mesmo gemido disfarçado de risada.
Caminhas sobre a corda que tu mesmo tensionastes , antecipando tua queda.
Sabes que somos gêmeos quando ao te debateres em desespero em busca do ar que te falta teus braços encontram meus braços e teus pés tropeçam nos meus.
Nossas almas áridas e erudidas acabam-se então no mesmo buraco profundo.
Porque vivemos, mas nos sabemos mortos.
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