Me deito sorrindo ao lembrar do meu susto diante do episódio, mas de repente, ao me cobrir com o lençol, penso com profunda tristeza no guarda-chuva; não o que está aberto lá na cozinha, simples guarda-chuvinha inofensivo, mas o “outro” – de fato assustador! –, que talvez esteja começando a se abrir dentro de mim...
Nenhum comentário:
Postar um comentário