Apressa-te que de dor
meu peito falece,
saudade é flor
que na ausência cresce.
Sei que já vens
mas já não me aguento,
traga todo o amor que tens
cavalgando num corcel de vento.
E me envolva nos braços teus,
beije-me como o rio ao mar,
prometa-me nunca dizer adeus,
quero mesmo é morrer de amar.
Do relógio se esqueça,
o telefone jogue fora,
perca comigo a cabeça
e nunca mais vá embora.
Não quero a saudade
tão pouco a solidão,
quero só o amor que invade,
que me aquece o coração.

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