sábado, 6 de junho de 2009

Do Fundo Do Azul Do Mundo

Do sempre
entre feras
Acordo entre
os escolhos
Visto trajes de
andrajos
Mas te amo,
amor, amar,
amor.
Por isso te
procuro.
No fim das
paralelas
No repicar dos
sinos
Entre as
sombras da
aurora.
Que nem por
ser medroso
me apavoro
Teus olhos são
mortais, mas
me enamoro
Balanço a testa
tonta, os guizos
soam
Te atendem
logo serviçais
de prata
Limpei folha
por folha do
caminho
Tirei nuvem por
nuvem da
amplidão
E agora,
calejada,
estendo a mão,
E te ofereço a
terra com
carinho
A terra-mãe,
esfera
Quem
arrebenta em
dor
Em dor e fruto,
em cor
Em cor e sumo,
e luz
E amor.
Eu te ofereço a
terra
Feita de fauna
e fogo
Roda de flora e
aço
Girando, azul,
no espaço.

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