
Às vezes gosto de você, melhor, amo. E tudo que você me fala, desde do seu bom dia é amor. É Neruda. É bossa-nova. É uma felicidade instantânea que nem preciso dizer. Ela salta dos olhos. Ela grita do sorriso. Mas, às vezes, não é que não gosto de você, é outra coisa. É outro sentimento. Você se torna indiferente para mim. E você não é mais flamenco. Não é mais poesia. Não é mais brilho nos olhos. Você é ... televisão.
...que posso passar dias sem ver.
Quando você será CHOCOLATE?
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