Todo o seu elevo puro
que enjeitado pela natureza,
egrégia o destino,
do mais simples ser!
Todo o seu desenvolto
da desfeita fazer,
da baforeira apanhar,
baga apetecida com prazer!
De mártir fazer
mascote assim ser,
no marasmo da vida,
como mastim viver!
Enormidade fazer
em enovelamento entrar,
de mártir parecer,
da desfeita viver.
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